sábado, 19 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Vinícius participa do 7º Encontro Nacional de Fé e Política em Ipatinga
Com palestras de Patrus Ananias, Chico Alencar, Delze dos Santos Laureano entre outros, a proposta atingiu todos os presentes para a mobilização de ações práticas para o resgate do verdadeiro sentido da política, que nunca poderá se desligar da fé.
Na oportunidade, Vinícius reafirmou a importância do tema: “Não podemos separar a fé e a política. Fé é o ato de crer, dar o coração a Deus e se comprometer a realizar sua vontade no mundo onde vivemos. Política vem da palavra (Pólís) que significa Cidade. Por isso, Política é o ato de governar a cidade para o bem estar de todos. Sabemos que fé sem obras é morta (Tg 2,17) e política sem Deus perde o rumo. Assim, é preciso fazer o casamento entre fé e política. A política se torna os braços para realizar as obras da fé para que todos “tenham vida em abundância” (Jo 10,10). A fé se torna a direção para impedir a ação política de cair na “politicagem” e na corrupção”.
Existem no Brasil inúmeros grupos de pessoas que, inspiradas na mensagem evangélica, atuam em movimentos populares, sindicatos, partidos políticos e outros espaços de organização social. Algumas dessas pessoas se reúnem em grupos informais de reflexão, celebração e aprofundamento. A maioria, porém, se sente isolada e necessita de meios de reflexão para a sua prática. É nesse contexto que atua o Movimento Fé e Política.
Em Cataguases Vinícius participa de encontro preparatório da Campanha da Fraternidade 2010
Foi realizado no salão paroquial de Santa Rita de Cássia o encontro de preparação da Campanha da Fraternidade 2010 que terá como tema “Economia e vida”.
Com 55 participantes de diversas cidades da diocese o encontro foi assessorado por João Resende e Rodrigo Pires Vieira da Cáritas do regional de Minas Gerais.
A abertura ocorreu às 19,30 horas do dia 20/11, na celebração da missa afro, fazendo memória de Zumbi de Palmares. A celebração foi envolvente e de muita alegria, tendo como celebrante Pe. Eduardo Inácio Abreu.
O resultado do Encontro deve ser o repasse que os participantes se comprometeram em fazer nas paróquias e foranias. Essa modalidade facilitará a multiplicação do conteúdo aplicado, dinamizando assim toda a Diocese a trabalhar um tema tão atual que reflete na vida de cada um e cada uma: a Economia regida pela
reciprocidade: dar, receber, retribuir, e não a economia de mercado que gera desigualdades, tem que produzir e consumir o que o planeta não mais suporta. Acreditamos que a solidariedade seja alternativa possível para uma nova economia.
Com 55 participantes de diversas cidades da diocese o encontro foi assessorado por João Resende e Rodrigo Pires Vieira da Cáritas do regional de Minas Gerais.
A abertura ocorreu às 19,30 horas do dia 20/11, na celebração da missa afro, fazendo memória de Zumbi de Palmares. A celebração foi envolvente e de muita alegria, tendo como celebrante Pe. Eduardo Inácio Abreu.
O resultado do Encontro deve ser o repasse que os participantes se comprometeram em fazer nas paróquias e foranias. Essa modalidade facilitará a multiplicação do conteúdo aplicado, dinamizando assim toda a Diocese a trabalhar um tema tão atual que reflete na vida de cada um e cada uma: a Economia regida pela
reciprocidade: dar, receber, retribuir, e não a economia de mercado que gera desigualdades, tem que produzir e consumir o que o planeta não mais suporta. Acreditamos que a solidariedade seja alternativa possível para uma nova economia.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Vinícius mobiliza Programa de Educação Profissional na região

Inscrições para candidatos até dia 06/12 .
O Programa de Educação Profissional - PEP, oferece mais 25 mil vagas em 54cursos com início em 2010. Os interessados podem fazer suas inscrições entre16/11 e 06/12/2009 através do site da Secretaria de Estado de Educação de MinasGerais, no ambiente virtual do PEP. Para se inscrever no programa, oscandidatos devem ser alunos do 2° e 3° ano do Ensino Médio da rede públicaestadual ou ter concluído o Ensino Médio em qualquer rede. Os candidatos farãoposteriormente uma prova de seleção, com data ainda a ser definida. A prova écomposta por dez questões de Matemática e dez de Língua Portuguesa.
Criado pelo Governo de Minas em outubro de 2007, o objetivo do programa éoferecer a jovens e adultos uma educação profissionalizante de qualidade,criando para os participantes condições reais no mercado de trabalho. Nos doisprimeiros anos o PEP ofereceu mais de 100 mil vagas. O programa é realizado em todo o estado de Minas Gerais. Os cursos sãooferecidos nas escolas credenciadas (sistema S e particulares) e escolasconveniadas que fazem parte da Rede Mineira de Formação Profissional. Para2010, 101 instituições foram credenciadas, em 110 municípios mineiros.
Vinícius está percorrendo as escolas estaduais de ensino médio da região, mobilizando a iniciativa com os jovens, visando a divulgação do programa, pois ano passado por falta de mobilização e divulgação aos estudantes, grande maioria não ficaram sabendo da realização do projeto, o que ocasionou sobra de vagas para os cursos profissionalizantes, o que é inadmissível.
Estão disponíveis na Unidade Sesi/ Senai de Ubá, vagas para os cursos:
TÉCNICO EM DESIGN INDUSTRIAL MOVELEIRO,
TECNICO EM MECANICA e
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO.
Faça já sua inscrição: http://wrk.educacao.mg.gov.br/syspep/site_2010/cand/link3.htm
domingo, 22 de novembro de 2009
1º Prêmio Ary Barroso de Música é realizado com sucesso
A Prefeitura Municipal de Ubá, através da Secretaria de Cultura e em parceria com o Governo Federal, por intermédio do Ministério do Turismo, promoveu o I Prêmio Ary Barroso de Música. O festival aconteceu nos dias 20 e 21 de novembro, no Galpão do Parque de Exposições Irineu Gomes Filho (Horto Florestal).
No primeiro dia do evento, 14 músicas pré-selecionadas de diversas cidades brasileiras se apresentaram para o público. Após a apresentação, a cantora ubaense Jordana subiu ao palco do Horto Florestal para animar os presentes.
A grande final aconteceu no sábado e contou com oito canções: Amores a Canção (Belo Horizonte); Anseios (Ubá); Coração (Leopoldina); Embolada Sertaneja (Contagem); Prenda (Ubá); Samba Minha Paixão (Ubá); Saudade Matadeira (Governador Valadares) e Tola Paixão (Ubá).
Os grandes vencedores do I Prêmio Ary Barroso de Música foram os ubaenses. A Música Prenda, de Max Setenta e Nicácio Robert, ficou com o primeiro lugar. A música foi defendida por Bráulio Hilário (voz), Alan Reis (teclados), Max Setenta (violão) e Nicácio Robert (guitarra).
O segundo lugar ficou com a música “Amores à Canção”, de Zebeto Correia e Paulinho Andrade, de Belo Horizonte. O terceiro prêmio foi da música “Anseios”, de Ilka Domingos Penna de Ubá.
O ubaense Ênio Mendes conquistou o troféu de Melhor Intérprete, ao defender a música “Anseios”.
O Prêmio de Melhor Comunicação com o Público foi para “Embolada Sertaneja”, de Bilora, de Contagem-MG.
A Música “Tola Paixão”, de Giovanni Gori, recebeu o Prêmio Especial do Júri para música de Ubá.
No primeiro dia do evento, 14 músicas pré-selecionadas de diversas cidades brasileiras se apresentaram para o público. Após a apresentação, a cantora ubaense Jordana subiu ao palco do Horto Florestal para animar os presentes.
A grande final aconteceu no sábado e contou com oito canções: Amores a Canção (Belo Horizonte); Anseios (Ubá); Coração (Leopoldina); Embolada Sertaneja (Contagem); Prenda (Ubá); Samba Minha Paixão (Ubá); Saudade Matadeira (Governador Valadares) e Tola Paixão (Ubá).
Os grandes vencedores do I Prêmio Ary Barroso de Música foram os ubaenses. A Música Prenda, de Max Setenta e Nicácio Robert, ficou com o primeiro lugar. A música foi defendida por Bráulio Hilário (voz), Alan Reis (teclados), Max Setenta (violão) e Nicácio Robert (guitarra).
O segundo lugar ficou com a música “Amores à Canção”, de Zebeto Correia e Paulinho Andrade, de Belo Horizonte. O terceiro prêmio foi da música “Anseios”, de Ilka Domingos Penna de Ubá.
O ubaense Ênio Mendes conquistou o troféu de Melhor Intérprete, ao defender a música “Anseios”.
O Prêmio de Melhor Comunicação com o Público foi para “Embolada Sertaneja”, de Bilora, de Contagem-MG.
A Música “Tola Paixão”, de Giovanni Gori, recebeu o Prêmio Especial do Júri para música de Ubá.
Fonte: www.uba.mg.gov.br
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Em Audiência Pública de Revisão do PPAG na cidade de Juiz de Fora, Vinícius faz propostas de emendas ao Plano
Aconteceu no dia 29/10 a ultima Audiência Pública do interior para revisão do PPAG (Plano Plurianual de Ação Governamental).
O Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), corresponde ao planejamento de médio prazo do Governo de Minas. Define as estratégias, diretrizes e metas da administração para um período de quatro anos (2008-2011). O PPAG é revisado todos os anos, onde são apresentadas emendas para modificações e fiscalizados os programas e projetos previstos. Ele contém as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para os quatro anos seguintes à sua edição, com a previsão dos gastos orçamentários para tal, devendo dizer o que será feito em cada região no tocante aos investimentos, obras e políticas públicas de todos os setores (educação, saúde, meio ambiente, desenvolvimento, assistência social, etc).
Na oportunidade o vereador Vinícius Samôr debateu e apresentou algumas propostas que foram aprovadas pelos presentes e seguirá para o parecer da Comissão de Participação Popular da Assembléia Legislativa de Minas e Gerais e logo após será votada pelos deputados mineiros.
Vinícius reivindicou uma política especifica para o desenvolvimento econômico da Zona da Mata, diante da estagnação financeiras e das perdas de investimentos, principalmente de industrias) pelo fato da guerra fiscal entre os estados vizinhos que incentivam a ida de empresas para o seus Estados com o benefício de cobrar apenas 2% de ICMS por 25 anos em diversas cidades da Baixada Fluminense, que são limítrofes com o Estado de Minas Gerais e principalmente com a Zona da Mata.
Outra proposta de emenda apresentada tem o objetivo de estruturar a qualificação de recursos humanos para a gestão e controle do SUAS, visando modificar a finalidade da ação para capacitar também os servidores, conselheiros e gestores para trabalhar no estimulo ao protagonismo juvenil. Hoje os CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), implantados em mais de 200 municípios mineiros, conseguem atender bem as crianças e os adultos, tendo dificuldades estruturais e de capacitação para atender as demandas da juventude, precisando qualificar seus recursos humanos para um trabalho focado no protagonismo do jovem na comunidade
O Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), corresponde ao planejamento de médio prazo do Governo de Minas. Define as estratégias, diretrizes e metas da administração para um período de quatro anos (2008-2011). O PPAG é revisado todos os anos, onde são apresentadas emendas para modificações e fiscalizados os programas e projetos previstos. Ele contém as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para os quatro anos seguintes à sua edição, com a previsão dos gastos orçamentários para tal, devendo dizer o que será feito em cada região no tocante aos investimentos, obras e políticas públicas de todos os setores (educação, saúde, meio ambiente, desenvolvimento, assistência social, etc).
Na oportunidade o vereador Vinícius Samôr debateu e apresentou algumas propostas que foram aprovadas pelos presentes e seguirá para o parecer da Comissão de Participação Popular da Assembléia Legislativa de Minas e Gerais e logo após será votada pelos deputados mineiros.
Vinícius reivindicou uma política especifica para o desenvolvimento econômico da Zona da Mata, diante da estagnação financeiras e das perdas de investimentos, principalmente de industrias) pelo fato da guerra fiscal entre os estados vizinhos que incentivam a ida de empresas para o seus Estados com o benefício de cobrar apenas 2% de ICMS por 25 anos em diversas cidades da Baixada Fluminense, que são limítrofes com o Estado de Minas Gerais e principalmente com a Zona da Mata.
Outra proposta de emenda apresentada tem o objetivo de estruturar a qualificação de recursos humanos para a gestão e controle do SUAS, visando modificar a finalidade da ação para capacitar também os servidores, conselheiros e gestores para trabalhar no estimulo ao protagonismo juvenil. Hoje os CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), implantados em mais de 200 municípios mineiros, conseguem atender bem as crianças e os adultos, tendo dificuldades estruturais e de capacitação para atender as demandas da juventude, precisando qualificar seus recursos humanos para um trabalho focado no protagonismo do jovem na comunidade
Por fim, Vinícius cobrou o aumento de vagas nos programas sócias para a juventude rural. Nossa região vive um êxodo rural enorme, pela falta de programas para auxiliar o jovem em seu projeto de vida. Com isso a juventude é iludida, achando que indo para médias e grandes cidades, terão uma vida melhor e um bom emprego, e o que vimos são decepções enormes com falta de moradia, trabalho e o aumento da violência e da marginalização.
Vinícius faz representação ao Governo e a Assembléia de Minas reivindicando uma política industrial específica para a região da Zona da Mata Mineira.
ABSURDO: Este ano a Zona da Mata apresentará o pior crescimento econômico de todo o Estado, segundo pesquisas e estudos da FIEMG.
Já somos a 2º Região mais podre de Minas Gerais.
O Vereador Vinícius Samôr apresentou a representação N º85/09, aprovada por unanimidade, reivindicando a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Secretário Sérgio Barroso) e a Comissão de Indústria e Comércio da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, que seja incorporado no PPAG (Plano Plurianual de Ação Governamental –2008/2011) ou apresentado um Projeto de Lei para uma política industrial específica para a região da Zona da Mata Mineira.
Estamos em pleno momento de revisão do Plano do Governo de Minas para médio prazo. Estão acontecendo Audiências Públicas para revisão deste plano, suas ações e projetos.
O Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), corresponde ao planejamento de médio prazo do Governo de Minas. Define as estratégias, diretrizes e metas da administração para um período de quatro anos (2008-2011). O PPAG é revisado todos os anos, onde são apresentadas emendas para modificações e fiscalizados os programas e projetos previstos. Ele contém as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para os quatro anos seguintes à sua edição, com a previsão dos gastos orçamentários para tal, devendo dizer o que será feito em cada região no tocante aos investimentos, obras e políticas públicas de todos os setores (educação, saúde, meio ambiente, desenvolvimento, assistência social, etc).
Na última quinta-feira dia 29/10 aconteceu na Escola de Governo em Juiz de Fora, a última Audiência Pública do interior para revisão e apresentação de propostas de emendas ao PPAG.
Estivemos representando a Câmara Municipal de Ubá e propomos algumas emendas e alterações. Dentre elas está a urgente necessidade de alternativas para o desenvolvimento econômico e industrial da região.
Este ano a Zona da Mata apresentará o pior crescimento econômico de todo o Estado, segundo pesquisas e estudos da FIEMG. Não suportamos mais a guerra fiscal e a concorrência desleal com os estados vizinhos (Rio de Janeiro e Espírito Santo). A alíquota de ICMS praticada por nosso Estado, nos deixa em grande desvantagem em relação ao Rio de Janeiro e Espírito Santo, ainda mais que quase toda a Zona da Mata faz fronteira com estes Estados. Reivindicamos uma política industrial específica para a nossa região, com redução de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e a implantação de condomínios industriais nos municípios, com terrenos adquiridos pelo estado, utilizando o mecanismo de salvaguarda para minimizar a guerra fiscal. Nossa economia sofre uma decadência e estagnação principalmente depois da implantação pelo Rio de Janeiro da Lei popularmente chamada de Lei Rosinha (2005), feita pela então Governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho, que incentiva a ida de empresas para o Rio com o benefício de cobrar apenas 2% de ICMS por 25 anos em diversas cidades da Baixada Fluminense, que são limítrofes com o Estado de Minas Gerais e principalmente com a Zona da Mata. Se comparado com o nosso Estado a concorrência e a guerra fiscal é desleal e prejudicial principalmente toda a Zona da Mata Mineira, pois hoje o ICMS cobrado por Minas fica de 12% a 18% ou seja, 600% mais caro do que os 2% cobrado no Estado do Rio de Janeiro.
A falta de uma política econômica que possa competir com essa guerra fiscal já mostra resultados perversos para a Zona da Mata. Segundo pesquisa feita pela UFJF a região deixou de receber investimentos de pelo menos R$ 305,5 milhões e perderam, no mínimo, 2.164 postos de trabalho desde 2005, ano de implantação da Lei Rosinha. Se levados em conta os índices que demonstram o efeito multiplicador de cada real perdido, os valores chegam a R$ 471,5 milhões, somando 4.132 vagas a menos no mercado de trabalho. O levantamento tem por base 35 empresas que migraram para o Rio de Janeiro e as diversas indústrias que deixaram de se instalar na região.
Estamos em pleno momento de revisão do Plano do Governo de Minas para médio prazo. Estão acontecendo Audiências Públicas para revisão deste plano, suas ações e projetos.
O Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), corresponde ao planejamento de médio prazo do Governo de Minas. Define as estratégias, diretrizes e metas da administração para um período de quatro anos (2008-2011). O PPAG é revisado todos os anos, onde são apresentadas emendas para modificações e fiscalizados os programas e projetos previstos. Ele contém as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para os quatro anos seguintes à sua edição, com a previsão dos gastos orçamentários para tal, devendo dizer o que será feito em cada região no tocante aos investimentos, obras e políticas públicas de todos os setores (educação, saúde, meio ambiente, desenvolvimento, assistência social, etc).
Na última quinta-feira dia 29/10 aconteceu na Escola de Governo em Juiz de Fora, a última Audiência Pública do interior para revisão e apresentação de propostas de emendas ao PPAG.
Estivemos representando a Câmara Municipal de Ubá e propomos algumas emendas e alterações. Dentre elas está a urgente necessidade de alternativas para o desenvolvimento econômico e industrial da região.
Este ano a Zona da Mata apresentará o pior crescimento econômico de todo o Estado, segundo pesquisas e estudos da FIEMG. Não suportamos mais a guerra fiscal e a concorrência desleal com os estados vizinhos (Rio de Janeiro e Espírito Santo). A alíquota de ICMS praticada por nosso Estado, nos deixa em grande desvantagem em relação ao Rio de Janeiro e Espírito Santo, ainda mais que quase toda a Zona da Mata faz fronteira com estes Estados. Reivindicamos uma política industrial específica para a nossa região, com redução de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e a implantação de condomínios industriais nos municípios, com terrenos adquiridos pelo estado, utilizando o mecanismo de salvaguarda para minimizar a guerra fiscal. Nossa economia sofre uma decadência e estagnação principalmente depois da implantação pelo Rio de Janeiro da Lei popularmente chamada de Lei Rosinha (2005), feita pela então Governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho, que incentiva a ida de empresas para o Rio com o benefício de cobrar apenas 2% de ICMS por 25 anos em diversas cidades da Baixada Fluminense, que são limítrofes com o Estado de Minas Gerais e principalmente com a Zona da Mata. Se comparado com o nosso Estado a concorrência e a guerra fiscal é desleal e prejudicial principalmente toda a Zona da Mata Mineira, pois hoje o ICMS cobrado por Minas fica de 12% a 18% ou seja, 600% mais caro do que os 2% cobrado no Estado do Rio de Janeiro.
A falta de uma política econômica que possa competir com essa guerra fiscal já mostra resultados perversos para a Zona da Mata. Segundo pesquisa feita pela UFJF a região deixou de receber investimentos de pelo menos R$ 305,5 milhões e perderam, no mínimo, 2.164 postos de trabalho desde 2005, ano de implantação da Lei Rosinha. Se levados em conta os índices que demonstram o efeito multiplicador de cada real perdido, os valores chegam a R$ 471,5 milhões, somando 4.132 vagas a menos no mercado de trabalho. O levantamento tem por base 35 empresas que migraram para o Rio de Janeiro e as diversas indústrias que deixaram de se instalar na região.
Portanto reivindicamos ao Governo de Minas e aos deputados da Assembléia Legislativa de nosso Estado que concretizem uma política industrial específica para a Zona da Mata Mineira, a fim de reagirmos diante das perdas e da estagnação econômica que levou a região a atingir o patamar de 2º área mais pobre do Estado e este ano apresentará o pior crescimento econômico de Minas Gerais.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Vinícius faz representação ao Ministério Público de Minas Gerais contra os futuros pedágios na Zona da Mata

Na última segunda-feira dia 13/10, foi aprovado no plenário a Representação de autoria do vereador Vinícius Samôr, ao Ministério Público de Minas Gerais contra a instalação de praças de pedágios nas entradas da Zona da Mata Mineira, principalmente a rodovia estadual que liga Ponte Nova -Viçosa - Ubá e rodovia estadual que liga Ubá a Juiz de Fora. O Governo do Estado já contratou e realizou estudos técnicos para implantação de dezenas de praças de pedágios em vários pontos da Zona da Mata Mineira. No site do Governo do Estado (www.mg.gov.br) e em diversos jornais mineiros (ex. O TEMPO e JF HOJE) já foram noticiados e confirmados os pedágios.
Nossa região sofre uma estagnação econômica e um retrocesso financeiros nos últimos anos, que nos coloca como a 2º região mais pobre de Minas Gerais. É inadmissível aceitarmos pedágios nesta região economicamente desfavorável e com estradas que estão acabando de serem totalmente recuperadas pela Secretaria de Transportes e Obras Públicas. Depois de anos de abandono e esquecimento de nossas estradas, agora o Governo do Estado resolve investir pesado na recuperação de nossa malha rodoviária, com milhões de recursos públicos dos nossos impostos, para privatizar e entregar de bandeja as administradoras particulares de pedágios. É um absurdo. No site da Secretaria Estadual de Transportes e Obras Públicas (Setop) de Minas Gerais mostra os detalhes da implantação dos pedágios que terão praças de cobranças de 50 em 50km com o preço de R$ 2,51 a R$ 3,69e com contrato de uso por 25 anos. Não podemos aceitar esses pedágios e por isso nossa região já se mobiliza em um movimento contra os pedágios, que já está integrando vereadores e prefeitos de 10 cidades da Zona da Mata que serão prejudicados. Não existe nenhum pedágio em Minas em estradas simples, igual às de nossa região. Porque sacrificar mais uma vez nossas cidades implantando um sistema de pedágio que não beneficia a população e as industrias, beneficiando apenas as concessionárias administradoras das praças de pedágios que iram explorar milhões com as tarifas.
Com esta representação, Vinícius solicitou, que o Ministério Publico de Minas Gerais intervenha nesta ação a fim de barrar a instalação das praças de pedágios na Zona da Mata, sendo que ao mesmo tempo a pressão popular e política já estão sendo realizadas contrariamente a esta instalação.
Nossa região sofre uma estagnação econômica e um retrocesso financeiros nos últimos anos, que nos coloca como a 2º região mais pobre de Minas Gerais. É inadmissível aceitarmos pedágios nesta região economicamente desfavorável e com estradas que estão acabando de serem totalmente recuperadas pela Secretaria de Transportes e Obras Públicas. Depois de anos de abandono e esquecimento de nossas estradas, agora o Governo do Estado resolve investir pesado na recuperação de nossa malha rodoviária, com milhões de recursos públicos dos nossos impostos, para privatizar e entregar de bandeja as administradoras particulares de pedágios. É um absurdo. No site da Secretaria Estadual de Transportes e Obras Públicas (Setop) de Minas Gerais mostra os detalhes da implantação dos pedágios que terão praças de cobranças de 50 em 50km com o preço de R$ 2,51 a R$ 3,69e com contrato de uso por 25 anos. Não podemos aceitar esses pedágios e por isso nossa região já se mobiliza em um movimento contra os pedágios, que já está integrando vereadores e prefeitos de 10 cidades da Zona da Mata que serão prejudicados. Não existe nenhum pedágio em Minas em estradas simples, igual às de nossa região. Porque sacrificar mais uma vez nossas cidades implantando um sistema de pedágio que não beneficia a população e as industrias, beneficiando apenas as concessionárias administradoras das praças de pedágios que iram explorar milhões com as tarifas.
Com esta representação, Vinícius solicitou, que o Ministério Publico de Minas Gerais intervenha nesta ação a fim de barrar a instalação das praças de pedágios na Zona da Mata, sendo que ao mesmo tempo a pressão popular e política já estão sendo realizadas contrariamente a esta instalação.
sábado, 10 de outubro de 2009
Palestra Frei Beto – Ubá e Região
Esteve presente em nossa região, mais precisamente nas cidades de Ubá e Viçosa o escritor Frei Beto. Em Ubá, a Prefeitura Municipal, em parceria com o projeto “Caravana Literária – Grandes Escritores”, trouxe Frei Betto para uma palestra que durou cerca de três horas no último dia 02/10, no Centro Integral de Assistência a Criança (CAIC).Entre os assuntos abordados estiveram família, igreja, política, sociologia e principalmente educação.
Vinícius Samôr participou juntamente com o prefeito Vadinho Baião e destacou a importância da promoção de eventos com o objetivo da formação para uma nova cultura social.
O Projeto Caravana Literária leva autores consagrados as cidades mineiras para despertar o interessa da população na leitura e a idéia da Prefeitura Municipal de Ubá é seguir trazendo grandes nomes para falar aos ubaenses.
Frei Beto é autor de 54 livros, editados no Brasil e no exterior, nasceu em Belo Horizonte (MG). Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia.
Frade dominicano e escritor, ganhou em 1982 o Jabuti, principal prêmio literário do Brasil, concedido pela Câmara
Brasileira do Livro, por seu livro de memórias Batismo de Sangue. No mesmo ano foi eleito Intelectual do Ano pelos escritores filiados à União Brasileira de Escritores, que lhe deram o prêmio Juca Pato por sua obra “Fidel e a religião”. Seu livro A noite em que Jesus nasceu (Editora Vozes) ganhou o prêmio de "Melhor Obra Infanto-Juvenil" de 1998, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2005, o júri da Câmara Brasileira do Livro premiou-o mais uma vez com o Jabuti, agora na categoria Crônicas e Contos, pela obra “Típicos Tipos – perfis literários” (Editora A Girafa).Foi coordenador da ANAMPOS (Articulação Nacional de Movimentos Populares e Sindicais), participou da fundação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da CMP (Central de Movimentos Populares). Prestou assessoria à Pastoral Operária do ABC (São Paulo), ao Instituto Cidadania (São Paulo) e às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Foi também consultor do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em 2003 e 2004 atuou como Assessor Especial do Presidente da República e coordenador de Mobilização Social do Programa Fome Zero. Desde 2007 é membro do Conselho Consultivo da Comissão Justiça e Paz de São Paulo. É sócio fundador do Programa Todos pela Educação.
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